Marvila
“recordar é viver, quem espera sempre alcança” – Amélia Borgueira
“saudades antigas” – Zé Augusto
“sair de casa, fecho a porta, não sei se volto a entrar” – Maria Rosa Martins
“a fé e o amor é o que nos salva” – Maria Conceição Godinho
“o fado faz lembrar o passado, o presente e o futuro” – Alfredo Madaleno
“gosto da natureza, faz-me sentir jovem” – António Martins
“eu fico feliz quando vejo as flores” – Marcelina Manuel
“sou uma nova Francisca! O verniz ajuda-me a ter uma apresentação boa e faz com que os outros se sintam bem perto de mim” – Maria Francisca Rocha
A realização de fotogramas partiu da utilização de pequenos objectos trazidos pelos participantes, escolhidos pela sua ligação a histórias pessoais, recordações ou experiências vividas.
Ao serem colocados diretamente sobre o papel fotossensível, estes objectos deram origem a imagens que funcionam como vestígios, onde a memória se revela através da forma, da sombra e da luz.
Este exercício permitiu trabalhar a fotografia como espaço de evocação, transformando objectos do quotidiano em imagens carregadas de significado, onde a memória individual se cruza com o processo experimental do laboratório.










































